quinta-feira, 16 de julho de 2026

Arraiá das Quebradas


Arraiá das Quebradas

O Arraiá das Quebradas foi um ato político e cultural de resgate e valorização de saberes e práticas marginalizadas. O evento colocou no centro da cidade de São Paulo a cultura popular nordestina e também um pouco da nortista, frequentemente reduzida ao rótulo de “folclore”, que é um termo pejorativo, ou vista como expressão de “baixa cultura”, em oposição à chamada alta cultura, geralmente associada à produção erudita e às classes dominantes, como aprendido na disciplina de Identidade e Cultura. 

Enquanto as expressões da elite são preservadas e legitimadas em museus, universidades e instituições culturais, as manifestações das camadas populares, como a Congada de Santa Efigênia, o forró, as comidas típicas e as brincadeiras infantis, são muitas vezes tratadas como curiosidades exóticas ou "tradições do povo", como se estivessem presas ao passado, sendo que as mesmas estão carregadas de história e de um conhecimento precioso. 

Este evento mostra que a valoração da cultura erudita e a desconsideração da cultura popular são instrumentos de poder, determinados pelas classes dominantes. Ao dar visibilidade a aquilo que historicamente foi inferiorizado, o evento mostrou que a cultura popular não é “inferior”, é apenas diferente e fundamental para entender quem somos enquanto sociedade. O Arraiá das Quebradas trouxe à tona uma cultura viva e atual, que não quer ser apenas lembrada ou colocada em um museu como uma “beleza do morto”, conceito criado pelo historiador Michel de Certeau, que ironiza como o sistema muitas vezes só valoriza as culturas populares depois que já estão mortas, domesticadas e desprovidas de poder. 



Integrantes do grupo que realizaram está pesquisa: 


Diogo Damiani de Paula
Izadora Cardozo de Jesus
Jennyfer Agatha Tassino
Karoline Terto dos Santos
Lukeba Mani Macaia
Melissa Pereira Santos
Misael Francisco Arruda
Nicky Oliveira da Silva 
Nicol Camila Rojas Condori 
Sofia Lucchini de Mendonça 



O trabalho citado se encontra no seguinte link:

https://sites.google.com/aluno.ufabc.edu.br/pesquisa-ufabc-arraia/in%C3%ADcio

Centro Cultural de São Paulo

Centro Cultural de São Paulo

O grupo escolheu realizar sua pesquisa de campo no Centro Cultural São Paulo (CCSP), com o objetivo de conhecer um dos principais espaços públicos dedicados à cultura na cidade. Durante a visita, os participantes exploraram a diversidade de atividades, exposições, bibliotecas e ambientes de convivência oferecidos pelo local, refletindo sobre a importância do acesso democrático à cultura, à arte e ao conhecimento, além do papel do CCSP na promoção da inclusão e da valorização das diferentes manifestações culturais.


Integrantes do grupo que realizaram está pesquisa: 

Fabiana Lopes

Gabriella Diniz

Guilherme Schneider

Marco Aurélio Guerra

Maria Luiza Venturini

Melissa Nanni

Nicolas Marinos

Raphaela Noronha

João Vernilli


O trabalho citado se encontra no seguinte link:

https://youtu.be/AIRmQcMWUlg?si=HLgKltyT8i_mZ6oY 



Silenciar para construir: A invisibilidade Negra no Bairro da Liberdade

 

A Liberdade é hoje símbolo da imigração asiática, especialmente japonesa. As lanternas vermelhas, lojas de produtos orientais e restaurantes típicos fazem parte do imaginário coletivo quando se fala do bairro. No entanto, antes da chegada dos imigrantes, a Liberdade era conhecida como um dos principais pontos de repressão e execução de pessoas negras.

Muitos paulistanos e turistas passeiam por suas ruas sem imaginar que ali funcionou o Largo da Forca, local onde negros escravizados eram enforcados em praça pública. Em meio a essa violência, também se formaram espaços de devoção e resistência, como a Capela dos Aflitos e a Igreja Santa Cruz dos Enforcados.

Com o passar dos anos, o bairro passou por um processo de transformação urbana e cultural que resultou na invisibilização dessa história negra, muitas vezes substituída por símbolos e narrativas associadas apenas à imigração asiática. Não se trata de criar oposição entre culturas, mas sim de denunciar um apagamento histórico que ainda ecoa no presente.


O blog é fruto de um trabalho coletivo de investigação e reflexão sobre a invisibilidade da presença negra no bairro da Liberdade, em São Paulo. Nossa proposta é revisitar a história de um espaço que no passado foi palco de violência, fé e resistência do povo negro.


Integrantes do grupo que realizaram está pesquisa: 

Cauã Martins Almeida


Davi Serrath Pinto


Gabriel Barbosa Santos


Isabella Cristina


Manuella Sofia Chrisoste Damasceno (Lua)


Fernando Fonteles


O trabalho citado se encontra no seguinte link:

https://sites.google.com/u/0/d/1k6z7dzZezLy6kPMVOfJnEvWXswAz-Mo6/preview


Artes Manuais Indígenas

O grupo optou por realizar uma pesquisa de campo voltada às artes manuais indígenas, buscando compreender sua importância como expressão cultural, histórica e identitária dos povos originários. A escolha do tema permitiu aos participantes conhecer diferentes técnicas artesanais, os materiais utilizados e os significados presentes em cada produção, valorizando os saberes tradicionais e reconhecendo o artesanato indígena como forma de preservação da memória, da cultura e da ancestralidade.

Integrantes do grupo que realizaram está pesquisa:

Adriana 

Flavia

Gabriel

Bruna

Fernanda

Yasmin

Maria Luiza

Emanuele

Beatriz

Ana


O trabalho citado se encontra no seguinte link:

https://www.instagram.com/artes_manuais_indigenas?igsh=MWppZHBrbDZpdHliYg%3D%3D&utm_source=qr

Museu Historico da Imigração Japonesa 


Enaltecer a miscigenação japonesa no Brasil, alterar concepções estereotipadas e divulgar informações sobre a cultura japonesa, dando ênfase nos aspectos que foram, com o tempo, sendo aderidos pela própria cultura brasileira. 

Integrantes do grupo que realizaram está pesquisa: 

Anna Maria Veloso de Oliveira

Bárbara Robles Porto de Sousa

Catarina Miranda Ennes

Gabriela Martins

Giulia Perez da Silva

Maria Eduarda Alves de Almeida

Maria Eduarda Borzani Gonçalves

Mara Thaynara da Silva

Natalie Yumi Nakanishi


O trabalho citado se encontra no seguinte link:
https://sites.google.com/view/museu-da-imigrao-japonesa/vis%C3%A3o-geral?authuser=0

Feira da Kantuta

 Feira da Kantuta


Ali, onde as línguas se misturam e as cores contam histórias, a Feira Kantuta floresce em significado. Esse blog apresenta um ambiente que trasporta visitantes entre o continente, do Brasil à Bolívia, por meio de aspectos culturais e de membros e feirantes que cativam desde o primeiro contato.



Integrantes do grupo que realizaram está pesquisa:

Danielli Oliveira de Souza;
Emerson Neto Gualberto Reis;
Giullia Guedes Franklin;
Júlia Souza de Carvalho;
Julya Ferreira Santos;
Laiany Louzado dos Santos;
Maria Cristina Santos Ribeiro;
Mariana Lima Ribeiro da Rosa ;
Nicole Aquino Oka Reis;
Núbia Almeida Calefi.


O trabalho citado se encontra no seguinte link:
https://feira-kantuta-uabgyd7.gamma.site/1

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Feiras Noturnas em São bernardo do Campo

Feiras Noturnas em São bernardo do Campo


O grupo escolheu realizar a visita e a pesquisa sobre as feiras noturnas de São Bernardo do Campo por compreender esses espaços como importantes pontos de convivência, cultura e fortalecimento da economia local. A investigação buscou analisar como as feiras promovem a valorização da gastronomia, do comércio e das relações sociais, evidenciando seu papel na construção da identidade cultural e na dinâmica da vida urbana do município.