Prezados,
em ambas as turmas (A e B) haverá vistas de prova amanhã e caso tenham dúvidas sobre as notas de seminário e blog enviadas por e-mail a seus líderes.
Peço que compareçam, pois sairei de férias em breve.
A turma B que já realizou todas as atividades não será cobrada presença (publicarei os conceitos finais dessa turma amanhã a tarde).
Na turma A, haverá:
1) vistas de prova a partir das 19h15 com dúvidas pós seminário.
2) 20h - seminário (auditório 4) .
3) 19h30 às 8h50 aplicação de prova substitutiva (auditório 5).
Os trabalhos me surpreenderam, foi uma experiência muito rica... Parabéns a todos e boa sorte nessa jornada que está se iniciando.
Att
Profa. Dra Ana Maria Dietrich
Esse é tempo de partido, tempo de homens partidos. Em vão percorremos volumes, viajamos e nos colorimos. (Carlos Drummond de Andrade)
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quarta-feira, 22 de agosto de 2018
quinta-feira, 12 de julho de 2018
Prova
Materiais para realização da prova:
DOMINGUES, P. , Cultura popular- as construções de um conceito na produção historiográfica. Revista História (São Paulo), ago. 2011. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/his/v30n2/a19v30n2.pdf
HALL, S. Identidade Cultural na pós-modernidade. Disponível em:
Capítulo 1 -p. 1- 22
Capítulo 4- p. 67-76
Capítulo 5 - p. 77-89
filme Narradores de Javé
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Data dos seminários Turmas A e B
Pessoal,os temas estão magníficos, instigantes e diversos...
creio que as discussões serão riquíssimas. Parabéns por terem feito tão bem esse primeiro quesito da escolha do tema.
Já podem checar nas ementas as datas dos seminários!
http://identidadeseculturasanadiet.blogspot.com/p/ementa-da-disciplina.html
Caso alguém tenha mudado de tema, comente nesse post que eu atualizo!
Boa sorte!
terça-feira, 18 de agosto de 2015
VISTA DE PROVA 19/08 - ATENÇÃO!!
ATENÇÃO,
VISTA DE PROVA DIA 19/08 SERÁ FEITA NO PERÍODO DA MANHÃ DAS 9H ÀS 11H.
NA MESMA SALA DE AULA DO CURSO!!!
Notas Parciais e Finais + Conceitos
VISTA DE PROVA DIA 19/08 SERÁ FEITA NO PERÍODO DA MANHÃ DAS 9H ÀS 11H.
NA MESMA SALA DE AULA DO CURSO!!!
Notas Parciais e Finais + Conceitos
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Os três sujeitos de Stuart Hall
Stuart Hall apresenta 3 sujeitos que serão comparados às ideias de outros autores. Os sujeitos são:
Sujeito Iluminista: o movimento Humanista esteve presente na formação deste sujeito por priorizar o caráter individual do ser humano, contrapondo o pensamento teocêntrico. Juntamente a isso, o Iluminismo trouxe o sentido racional do pensamento, formando tal sujeito.
Sujeito Sociológico: na transição para o Renascimento, aconteceu uma mudança fundamental do pensamento humano. A colocação do indivíduo (interior) no
contexto social (exterior) de dependência surgiu a partir da necessidade de o indivíduo racional influenciar e ser influenciado pelas ideias de outros.
Sujeito Pós-moderno: a formação de fluxos de pessoas, dinheiro e cultura pelo advento da globalização criou o chamado “descentramento” do sujeito, as múltiplas facetas oferecidas pelo mundo ao indivíduo através da flexibilidade no contato com outras identidades culturais também fragmentadas, levando o sujeito a uma maior superficialidade e abrangência de identidades absorvidas.
Para criarmos a comparação, devemos aproximar os conceitos de sujeitos Iluminista e Sociológico, ambos definiram identidades fixas e foram contemplados pela identidade nacional. Esses conceitos, segundo Bauman, estão perto de um fim, pois representações nacionais não conseguem garantir a “fixação” do sujeito. Cada indivíduo que entra em contato com outras identidades começa a questionar a sua própria. A partir disso, existe a fragmentação, dando origem ao sujeito Pós-moderno de Stuart Hall.
Da mesma forma, Pierre Nora sugere a perda de uma memória fluida, que se expressa em lugares materiais(museus), funcionais(monumentos) e simbólicos(bandeira). Esse conceito é a tentativa de reconectar o sujeito pós-moderno com suas ancestralidades, remetendo aos sujeitos Iluminista e Sociológico, que ainda se encontravam “centrados”.
Beatriz Pidone e Pedro Farhat - alunos do Bacharelado de Ciências e Humanidades da Universidade Federal do ABC
Definição de cultura popular e cultura erudita
Os conceitos de cultura popular e erudita são relativos por terem intersecções de valores, porém diversos autores tentaram definir uma divisão entre ambos. A cultura popular é muitas vezes associada a conhecimentos duvidosos e inferiores, principalmente devido ao processo de perpetuação oral e não científica, como por exemplo, histórias sobre a criação de cidades ou provérbios e ditados, que dizem verdades baseadas apenas em experiências de vida. Já a cultura erudita é vista como a correta e detentora da verdade, já que são assuntos constantemente estudados e produzidos pela elite, além do fato de serem registrados, dificultando sua contestação por meios científicos, como por exemplo, diversas pesquisas científicas, registros literários de relevância cultural como Carlos Drummond de Andrade.
No texto de Petrônio Domingues, é apresentado diversas opiniões sobre quais as diferenças das culturas, e principalmente, mostra como elas se influenciam a todo momento, como no Renascimento, onde as novas elites adaptaram a cultura popular e esta passou a ser parte integrante de uma cultura hegemônica.
No filme “Os Narradores de Javé”, o encontro entre ambas as culturas também é visto, mas em outra perspectiva. A cultura popular sofre pressão para ser transformada em
“erudita”, pois esta é a condição necessária para reconhecer e manter a vila. Tal transformação gera discussões sobre a legitimidade da cultura popular pelo fato de ser muito variada, já que o contar de uma história, com o passar do tempo, se altera dependendo do contexto e do indivíduo que a conta.
Beatriz Pidone e Pedro Farhat - alunos do Bacharelado de Ciências e Humanidades da Universidade Federal do ABC
Relação entre espaço e tempo na pós-modernidade
Na pré-modernidade, as
identidades eram fixas a tempo e espaço. Com a contemporaneidade
(pós-modernidade), aceleração do tempo e diminuição dos espaços, estas se
tornaram fragmentadas e descentradas.
Stuart Hall define 5 motivos
para este descentramento: a teoria de Marx sobre o trabalho, a descoberta do
inconsciente por Freud (considera a identidade como algo móvel), o estudo de
Sousurre (diz não sermos autores das afirmações que fazemos), o estudo e
trabalho do poder disciplinar por Michel Foucalt e os movimentos que marcaram
os anos 60, que buscavam fixar a identidade de cada grupo, como o feminismo e o
movimento hippie.
Bauman diz não saber se a pós-modernidade
é um período que durará séculos ou apenas a transição de uma ordem social para
outra. Porém, afirma que consequências já podem ser notadas. Por um lado,
facilitou-se o processo de relações interpessoais, porém, por outro lado, os
laços humanos estão cada vez mais frágeis, visto que é muito fácil fazer
amizades e muito mais atrativo desfazer-se delas. De acordo com o sociólogo,
“estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo”.
A pós-modernidade traz
consigo o acúmulo de informações, que facilita a perda da memória
(esquecimento). Memória esta que é fluída, afetiva e mágica.
Como consequência deste
esquecimento, torna-se necessária a criação de lugares de memória, que são
divididos de três maneiras: materiais (onde a memória se fixa e é apreendida
pelos sentidos), funcionais (que tem ou adquirem a função de estabelecer
memórias coletivas) e simbólicos (onde a memória se revela).
Alguns exemplos do processo
identitário relacionados com a pós-modernidade são, portanto: a facilidade na comunicação
(antes por carta, agora via internet), o estilo de “amizade do facebook”
descrito por Bauman e a perda da ideia de nacionalidade, devido ao
estreitamento das fronteiras.
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